Profissão Repórter discute sobre atos racistas no Brasil

Na quarta-feira (19/07/2017), foi ao ar uma edição do programa Profissão Repórter que tratou especificamente sobre o racismo no Brasil. O jornalístico foi atrás de casos emblemáticos de racismo que aconteceram em diferentes situações, como o do goleiro Aranha, atual goleiro do Ponto Preta (time de Campinas, SP) que foi hostilizado e sofreu ataques racistas da torcida do Grêmio (time de Porto Alegre, RS) quando era goleiro do Santos (time de Santos, SP) em 2014.

AtaqueRacista

O repórter Guilherme Belarmino foi até a casa da guria gremista que foi filmada chamando o goleiro Aranha de macaco, pra tentar conversar com ela. Vocês precisam assistir para saber o que aconteceu… Foto: Reprodução/ ESPN.

 

Pensa na alegria do povo da Renajoc – Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Comunicadores(as) vendo a repórter Monique Evelle em ação?! Monique participa da Rede há mais de cinco anos. Ela acompanhou um pouco da história da modelo Nérida Cocamaro, filha de imigrantes da Guiné-Bissau que sofreu racismo pelas redes sociais, no campo de comentários. As duas foram até o Ministério Público Federal pra buscar informações sobre como andava a denúncia que a modelo havia feito pela internet. Gente, sigam a modelo no Instagram! O feed dela é bem lindão e recheado de trabalhos incríveis! #ficadica

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O ‘tombamento’ já começou na segunda-feira (17/07/2017), quando a repórter postou essa foto dois dias antes do programa ir ao ar. Foto: Arquivo pessoal/ Monique Evelle.

 

O programa retratou também a violência policial sofrida pelos irmãos Denis e Danilo Evangelista na Estação da Barra Funda da CPTM, em São Paulo. No programa, a CPTM se negou, na ‘cara dura’, a ceder as imagens da ação da polícia registradas pelas câmeras de segurança epresa. Mas o povo gravou tudo pelo celular ;)

Houve ainda, o caso do Luis Henrique da Silva (será que é meu parente?! O nome é parecidão!), que foi vítima de injúria racial num supermercado da Zona Norte de São Paulo, no início deste ano. Uma senhora que alega sofrer de doenças como transtorno bipolar o chamou de preto, macaco, ladrão, depois do comerciante ter batido com o carrinho acidentalmente em sua perna e pedido desculpas.

Uma versão completa do programa, porém modificada para o ambiente web, pode ser assistida aqui, no site do Profissão Repórter. Monique, você representou, guria! #RepresentatividadeImporta

Texto: Diego Henrique da Silva, membro da Renajoc em Curitiba (PR). Cofundador no coletivo Parafuso Educomunicação e redator no portal Universo Educom.


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